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Carta aberta aos novos estudantes de química da uece

 Queridos alunos, queridas alunas

 

Sejam bem-vindos

 

Há algum tempo vocês perseguem um sonho: entrar na universidade pela porta, pela via legítima do vestibular. E, a partir daí concluir um curso que lhes permitirá adentrar no mercado de trabalho e prover suas necessidades para uma vida digna.

Não sei exatamente como vocês idealizaram a Universidade. Eu, particularmente, sonhei com uma universidade pública competente, democrática e gratuita. Sonhei mais longe ainda: uma universidade dotada de excelentes acomodações, salas de aula confortáveis, boa biblioteca, bons laboratórios, professores competentes e comprometidos com a causa da educação. Mas, isso foi há muito tempo. A conjuntura e os cenários são outros...

Tempos difíceis aqueles. Mas, a nossa luta garantiu a sobrevivência da Universidade Pública. Esta Universidade que os acolhe já tem mais de 30 anos. E nós estamos ligados a ela há 21 anos, dando a nossa contribuição honesta.

Vocês vão perceber deficiências. Não é culpa nossa. Nos últimos anos os governos estaduais ao invés de assumir a paternidade da UECE, tornaram-se seus padrastos na acepção mais cruel do termo. Cortaram drasticamente a verba de custeio (cerca de 40%).

Sabe o que é verba de custeio?

É o dinheiro para comprar pincéis, papel, cartuchos de impressoras, reagentes e para pagar as contas de água, luz e telefone.

Reduziram a zero a verba de investimento.

Sabe o que é verba de investimento?

É o dinheiro para comprar computadores, veículos, equipamentos de laboratório, construir prédios, etc.

Repassam para a UECE apenas o valor que se refere à folha de pagamento de servidores e docentes. E a eles destinam um mísero salário, transformando trabalhadores em indigentes.

Nega-se o governo, de maneira truculenta, a cumprir decisão judicial do Supremo Tribunal Federal que garante um salário digno aos professores mais antigos (todos com mais de vinte anos de serviço na UECE). Enfim, aplica o calote de maneira cínica e cruel, alegando que o pagamento dos professores “quebraria” o estado. Pobrezinho!!!

Ao impor essa asfixia à UECE o governo sinaliza com uma saída miraculosa: a privatização da universidade como se fosse uma panacéia  para todos os males.

Crueldade e sadismo são os ingredientes dessa receita satânica.

As duas outras Universidades já entraram no jogo do governo, oferecendo cursos de qualidade discutível, pagos por pessoas humildes que ficaram durante anos à margem do caminho sem espaço nos cursos gratuitos de graduação.

Não podemos aceitar essa lógica cruel. A UECE tem 30 anos de bons serviços prestados á comunidade cearense oferecendo cursos de qualidade. Está estabelecida em 6 municípios do interior. Tem um quadro docente qualificado. Não vende diplomas.

Resistimos até agora. Vamos continuar resistindo.

E nessa trincheira contamos com todos e com cada um de vocês.

Unidos e organizados seremos imbatíveis.

Um abraço fraterno

OUSAR LUTAR! OUSAR VENCER! VENCEREMOS

 



Escrito por gtelmo às 11h12
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CARTA ABERTA AOS NOVOS ESTUDANTES DE QUÍMICA DA UECE

QUERIDOS ALUNOS, QUERIDAS ALUNAS

 



Escrito por gtelmo às 10h26
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LIXO INFORMÁTICO

 

 

 09/10/2007 - 07h08
Brasil é o 'quinto maior produtor de lixo eletrônico' do mundo

http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2007/10/29/ult4916u32.jhtm

O Brasil é o quinto maior produtor de spam do mundo, apontou uma pesquisa divulgada pela empresa de segurança de internet Sophos.

De acordo com o estudo americano, que analisou 12 países, os computadores registrados no Brasil foram responsáveis por 3,7% de todo o lixo eletrônico enviado no mundo entre julho e setembro deste ano.

A pesquisa, que considerou o número de máquinas infectadas que repassam automaticamente mensagens não solicitadas, mostrou que os Estados Unidos continuam sendo o país que mais envia spam, com 28,4%.

Em segundo lugar, vem a Coréia do Sul, responsável por 5,2% de todo o lixo eletrônico, seguida pela China, incluindo Hong Kong (4,9%), e Rússia, com 4,4%. Para Caroline Theriault, consultora de segurança da Sophos, a punição - principalmente nos Estados Unidos- de responsáveis pelo envio de lixo eletrônico não está resolvendo o problema.

"Os EUA continuam a produzir a maior fatia das mensagens não solicitadas em todo o mundo. O problema é que milhares de spammers estão infectando computadores que, automaticamente, repassam o lixo".

"A única maneira de combater o problema é educando os usuários sobre como se proteger e usar seus computadores", disse a consultora.

Theriault elogiou as medidas adotadas pelo Canadá que, desde o lançamento do Plano de Ação Anti-Spam, em 2004, reduziu drasticamente a quantidade de mensagens não solicitadas enviadas por computadores do país.

Naquele ano, o Canadá ocupava a quinta posição no ranking, com 2,91% dos spams do mundo. Em 2007, respondeu por apenas 0,8% do total.

"Os Estados Unidos devem se mirar no exemplo do vizinho que, desde o lançamento do plano, conseguiu engajar empresas e usuários na luta contra o lixo eletrônico", disse Theriault.

 



Categoria: curiosidades
Escrito por gtelmo às 09h19
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PREMIO NOBEL DE LITERATURA

A escritora britânica Doris Lessing, autora de mais de 60 obras em menos de 60 anos, é a laureada com o Nobel de literatura em 2007. Engajada com questões sociais desde a juventude na África, Lessing sempre permeou seu trabalho com temas ligados à própria vivência e é considerada uma referência pelo movimento feminista. Trabalhou com poesia e prosa e escreveu ainda obras de ficção científica. Segundo a Academia Sueca, o prêmio consagra sua obra que, "com ceticismo, fogo e poder visionário, sujeitou uma civilização dividida ao escrutínio".

Doris Lessing nasceu Doris May Taylor, em 22 de outubro de 1919, em Kermanshah, na antiga Pérsia, região que hoje corresponde ao Irã. Aos cinco anos de idade, mudou-se com a família para a Rodésia, atual Zimbábue, onde viveu até 1949. Trabalhou como babá, telefonista, estenógrafa e jornalista.

Em 1939 casou-se com Frank Charles Wisdom, com quem teve dois filhos, John e Jean. O casal se separou em 1943 e, em 1945, Doris casou-se com Gottfried Lessing, imigrante judeu que conheceu em um grupo marxista que se preocupava com a questão racial. Com Gottfried teve mais um filho, Peter, antes de se divorciar pela segunda vez, em 1949. Na ocasião, mudou-se para Londres, onde rapidamente se estabeleceu como escritora.

Entre 1952 e 1956, foi membro do Partido Comunista Britânico e militante ativa em campanhas contra as armas nucleares. Devido à visão crítica que tinha do regime de apartheid , na África do Sul, ficou proibida de entrar no país até 1995. Depois de uma breve visita à Rodésia, em 1956, também foi banida dessa nação pelo mesmo motivo.

Começou como romancista com The grass is singing [A grama está cantando] (1950), texto que analisa a relação entre uma mulher de fazendeiro branca e seu empregado negro. A história se passa na África, tema recorrente na obra de Lessing, e é, ao mesmo tempo, uma tragédia baseada em amor-ódio e um estudo sobre conflitos raciais intransponíveis.

De forma semi-autobiográfica, a série Children of the violence [Crianças da violência] (cinco volumes, 1952-1969) também é amplamente ambientada na África. A seqüência foi precursora de muitos trabalhos sobre a representação da mente e do comportamento de mulheres independentes. Com esses livros, Lessing criou um equivalente moderno para o chamado ‘romance de aprendizagem’ (no qual é exposto o processo de desenvolvimento de um personagem, geralmente desde sua infância até um estado de maior maturidade).

Obra-prima
The golden notebook [O caderno dourado], lançado em 1962, é a obra-prima de Lessing. O movimento feminista considera o livro um trabalho pioneiro para a causa e um marco de referência para estudos sobre a relação homem-mulher no século 20. Utiliza uma complexa técnica narrativa que revela o quanto conflitos emocionais e políticos estão interligados. A personagem principal, Anna Wulf, tem cinco cadernos nos quais escreve seus pensamentos sobre a África, política e o partido comunista, sua relação com homens e sexo, análises e interpretações de sonhos.

O escritor e jornalista José Castello, ex-editor do caderno Idéias & Livros do Jornal do Brasil , lembra que, em obras posteriores, Lessing passou a ser influenciada pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961). “Ela tornou-se bastante interessada por lendas orientais e por dimensões mais profundas do destino humano”, conta.

Quatro dos títulos de Doris Lessing traduzidos para o português: O sonho mais doce, Debaixo da minha pele, Os agentes sentimentais do império Volyen e Shikatsa . Os dois primeiros foram lançados pela Companhia das Letras, e os outros, pela Nova Fronteira.

A partir dos anos 1970, a escritora começou a flertar com o gênero da ficção científica. Lessing classifica seus romances escritos durante esse período como de ‘ficção espacial’, uma tentativa, no espírito do Romantismo, de expandir o conhecimento humano para compreender regiões além do controle da razão e do ego.

A série Canopus em Argos (cinco volumes, 1979-1984) aborda o desenvolvimento da espécie humana após uma guerra atômica. Lessing mescla temas como colonialismo, guerra nuclear e desastres ecológicos com observações a respeito da oposição entre princípios masculinos e femininos. A série, composta pelos livros Shikasta (1979), Casamentos entre as zonas 3, 4 e 5 (1980), As experiências em Sirius (1981), O planeta 8: Operação Salvamento (1982) e Os agentes sentimentais do império Volyen (1983), foi publicada no Brasil pela editora Nova Fronteira. Além destes, a mesma editora lançou ainda  Memórias de um sobrevivente (1974).

Nos anos 1994 e 1997, Lessing publicou duas autobiografias: Debaixo da minha pele e Andando na sombra , que marcam um novo estilo em sua literatura. Ela fala não apenas de sua vida, mas de toda a época: a Inglaterra em seus últimos dias de império. O romance O sonho mais doce (2005) parece surgir isolado como forma de narrativa ficcional. A Companhia das Letras traduziu, além dessas três obras, Amor, de novo (1996).

Para José Castello, a divulgação do Nobel deste ano foi um tanto surpreendente. “O prêmio costuma contemplar ideologias, mais do que a literatura”, avalia. “Desta vez, a premiação é para a escritora”, diz. Castello conta que Lessing, apesar de engajada com ideais feministas e socialistas, não tem uma visão extremista do mundo, encarando-o com uma forma de ‘desilusão saudável’.  

Célio Yano
Especial para a CH On-line
11/10/2007



Escrito por gtelmo às 02h06
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PRÊMIO NOBEL DA PAZ

Prêmio consagra luta contra aquecimento global


Ex-vice-presidente americano e instituição da ONU dedicada às mudanças climáticas dividem láurea

O Nobel da Paz de 2007 será dividido pelo ex-vice-presidente americano Al Gore e pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) – organismo da Organização das Nações Unidas dedicado ao entendimento do aquecimento global. O prêmio consagra a cruzada que ambos vêm travando para alertar a opinião pública mundial sobre os possíveis impactos das mudanças climáticas provocadas pela ação humana. 

A láurea contempla "seus esforços para construir e disseminar um maior conhecimento sobre as mudanças climáticas produzidas pelo homem e para estabelecer as fundações para as medidas necessárias para combater essas mudanças", segundo o anúncio da premiação, divulgado na manhã de hoje pelo Comitê Norueguês do Nobel. Cada um a seu modo, o IPCC e Al Gore têm contribuído para colocar a ameaça do aquecimento global em pauta. Ambos têm chamado a atenção da opinião pública mundial para os possíveis impactos do aumento da temperatura verificado nas últimas décadas, motivado em grande parte pela crescente emissão de gases do efeito estufa na atmosfera decorrente da ação humana.

Se continuar a ocorrer no ritmo atual, o aquecimento global representa uma séria ameaça à segurança do planeta. Com o aumento das temperaturas e dos níveis dos mares e com a desregulação dos ciclos climáticos, a tendência é que haja um maior índice de doenças, de migrações em massa e de conflitos pelo controle dos recursos naturais cada vez mais escassos.

A culpa é do homem
A contribuição do IPCC para tornar pública a questão do aquecimento global é feita sob a forma de relatórios científicos, que reúnem as conclusões de milhares de cientistas de todo o mundo, ligados a várias disciplinas. O organismo foi criado em 1988 e já produziu quatro grandes relatórios, o último deles divulgado este ano. Entre outras conclusões, o documento atribuiu de maneira inequívoca o aumento recente das temperaturas do planeta à ação humana e destacou a necessidade de se agir já caso se queira minimizar o impacto das mudanças climáticas

Já Al Gore (Albert Arnold Gore Jr., em 1948) tem discutido as mudanças climáticas em livros, conferências e entrevistas. Desde que deixou a Casa Branca, como o vice de Bill Clinton durante seus dois mandatos, entre 1993 e 2001, Gore tem corrido o mundo com uma série de palestras multimidiáticas sobre aquecimento global. Em 2006, suas apresentações foram transformadas no filme Uma verdade inconveniente , que acabou levando o Oscar de melhor documentário deste ano.

Alguns críticos condenam o filme de Gore por ser excessivamente alarmista e por conter imprecisões científicas. De qualquer forma, o vice-presidente americano tem o mérito de colocar as mudanças climáticas na ordem do dia. "Ele é provavelmente o indivíduo que mais fez para criar um maior entendimento em escala mundial das medidas que precisam ser adotadas [para se combater o aquecimento global]", afirma o comunicado oficial do Comitê Norueguês do Nobel.

O anúncio deve ajudar a aumentar a visibilidade do debate sobre as mudanças climáticas. "O prêmio deve dar um novo ímpeto aos esforços para uma ação conjunta na diminuição da emissão de gases do efeito-estufa e na ajuda às comunidades vulneráveis a se adaptar às mudanças que vêm pela frente", afirmou esta manhã em nota à imprensa Saleemul Huq, diretor do grupo de mudanças climáticas globais do Instituto Internacional para o Desenvolvimento e o Meio Ambiente. "Superar esse desafio global vai demandar liderança política e sacrifícios pessoais em todo o mundo, particularmente nas nações ricas que contribuíram mais para o problema ao longo da história", acrescentou Huq.

 



Escrito por gtelmo às 02h02
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PRÊMIO NOBEL DE FÍSICA

Efeito gigante, aparelho minúsculo
Prêmio consagra descobridores de fenômeno que permite criar leitores de disco rígido compacto

 

Computadores portáteis e tocadores de MP3 como o iPod estão entre os mais populares sonhos de consumo da sociedade moderna. Esses dispositivos têm em comum o fato de usarem discos rígidos compactos, menores do que aqueles empregados nos computadores de mesa. Isso só foi possível graças ao fenômeno da magnetorresistência gigante (GMR, na sigla em inglês), descoberto em 1988, e que permitiu a produção de cabeçotes mais sensíveis e precisos para a leitura desses aparelhos.

O feito rendeu o Nobel de física deste ano para o francês Albert Fert e o alemão Peter Grünberg, que descobriram ao mesmo tempo, e de maneira independente, o fenômeno. Eles empregaram técnicas desenvolvidas na década de 1970 para criar camadas de materiais com poucos átomos de espessura e, por isso, a descoberta também é considerada uma das primeiras aplicações da nanotecnologia.

Segundo o físico Carlos Alberto dos Santos, coordenador do Núcleo de Educação a Distância da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e colunista da CH On-line , a descoberta da GMR fez com que os pesquisadores discutissem novas formas de ver outros fenômenos e deu origem a várias patentes. “Esse foi um trabalho de grande impacto não só na pesquisa básica, como também na área tecnológica”, afirma.

Resistência variável
Os dados de um computador ficam estocados em dispositivos chamados discos rígidos. O armazenamento de informações é feito por meio da magnetização de áreas do disco rígido em duas orientações distintas – uma corresponde ao valor zero e outra ao valor um. Com a progressiva diminuição de tamanho dos discos, as áreas a serem magnetizadas se tornam cada vez menores e mais fracas, e, por conseqüência, o cabeçote que as lê tem que ser muito mais sensível.

A solução para esse desafio veio da magnetorresistência, o fenômeno no qual a magnetização afeta a condutividade de um material. Em substâncias magnéticas, como o ferro, o fluxo de elétrons – a condutividade – é maior ou menor dependendo da rotação do elétron (seu spin ), que pode ter dois sentidos. Se sua orientação for igual à do campo magnético (paralela), o elétron sofrerá menos resistência no percurso; se for diferente (antiparalela), ele terá mais dificuldade para atravessar o material

 

Em meados da década de 1980, Fert e Grünberg resolveram testar o fenômeno em camadas de ferro e cromo, um metal não magnético, de espessura nanométrica (um nanômetro equivale a um bilionésimo do metro). O grupo liderado pelo francês, que contava com o físico brasileiro Mario Norberto Baibich, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, realizou experimentos com trinta camadas alternadas, enquanto o do alemão utilizou apenas três.

Fert observou variações de resistência dependentes de magnetização de 50% e Grünberg, de 10%, mas o efeito básico e a física por trás do fenômeno eram os mesmos. “Ficamos muito surpresos, pois o efeito era desproporcional – estávamos acostumados a medir mudanças de apenas 0,01%”, conta Baibich, que trabalhou com Fert durante um ano sabático na Universidade de Paris-Sul e também assina o trabalho que descreve o efeito ‘gigante’, além de outros quatro artigos publicados entre 1988 e 1990.

Disco rígido
Ambos os pesquisadores perceberam as aplicações tecnológicas possíveis com a maior sensibilidade do método. Pode-se construir, por exemplo, um cabeçote com uma camada de cromo separando duas de ferro, sendo que a orientação do campo magnético na primeira camada férrea seja fixo, enquanto o da segunda seja livre e varie conforme a direção do campo da área do disco rígido.

Nesse caso, os elétrons de spin paralelo, que costumam ser a maioria, passarão facilmente quando ambas as camadas de ferro tiverem a mesma orientação. Se estas forem diferentes, um maior número de elétrons será disperso. Na primeira situação, a condutividade é maior do que na segunda, ou seja, a corrente é mais forte. Essa diferença serve para identificar os valores zero e um. A condutividade maior poderia ser associada a um, enquanto a menor poderia estar relacionada ao zero.

A descoberta não foi só uma das primeiras aplicações da nanotecnologia – ela é considerada o primeiro passo no desenvolvimento de um novo tipo de eletrônica, a ‘spintrônica’ , na qual o spin é tão importante quanto a carga do elétron. “Na época, tínhamos noção que nosso trabalho era importante, mas não sabíamos que ele levaria a um Nobel”, conclui Baibich.  

Fred Furtado
Especial para a CH On-line
09/10/2007



Escrito por gtelmo às 01h58
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PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA

Um homem preciso e meticuloso
Prêmio reconhece criador de metodologia para estudar reações em superfícies sólidas

Nem só de tubos de ensaio e soluções vive a química. Muitos processos importantes, como a formação da ferrugem, a produção de fertilizantes artificiais e a catálise da exaustão de automóveis ocorrem em superfícies sólidas, que agem como catalisadores, facilitando a reação. O estudo desses processos requer equipamentos avançados – câmaras de vácuo e microscópios eletrônicos, entre outros –, além de metodologia robusta e grande precisão, pois qualquer impureza pode atrapalhar seriamente um experimento.

O químico alemão Gerhard Ertl não só reconheceu o potencial das novas tecnologias de vácuo que surgiram na década de 1960, como também desenvolveu os fundamentos metodológicos para todo esse campo de estudo. Por esse motivo, ele foi agraciado com o Nobel de química deste ano, que reconheceu sua capacidade de fazer uso de tecnologias experimentais e sua meticulosidade para produzir uma representação completa das reações às quais se dedicou.

“O trabalho pioneiro de Gerahrd Ertl fez com que a química de superfícies se tornasse um capítulo importante da físico-química”, avalia o químico Yoshitaka Gushikem, chefe do Laboratório de Química de Superfície da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Ertl estudou o comportamento do hidrogênio em superfícies de metal, um processo importante para o entendimento de células combustíveis, nas quais o gás é usado para gerar eletricidade. O químico pesquisou ainda a reação de oxidação do monóxido de carbono pela platina, que é usada nos catalisadores dos canos de descarga dos automóveis para transformar as emissões tóxicas em gás carbônico.

Entendendo os fertilizantes
Outro campo de estudo de Ertl foi o processo Haber-Bosch, inventado pelo químico alemão Fritz Haber (1868-1934) para a produção de amônia a partir de hidrogênio e nitrogênio usando a superfície de grãos de ferro como suporte catalisador (o feito lhe valeu o Nobel de 1918). Essa reação tem uma grande importância comercial, pois a escassez de nitrogênio é o fator limitante para o crescimento de cultivos agrícolas. As únicas fontes naturais de fixação desse elemento são a queda de raios, a ação de bactérias existentes nas raízes de alguns vegetais e o salitre.

A formação da amônia é a etapa mais difícil na produção de fertilizantes artificiais e Ertl desejava saber qual estágio da reação era o mais lento, de maneira a acelerá-la e melhorar o processo. Colocando uma superfície limpa e lisa de ferro em uma câmara de vácuo, na qual podia introduzir quantidades

controladas de gases, o laureado usou diferentes métodos para medir a contração de átomos de nitrogênio presentes sobre a superfície de ferro – de maneira a assegurar que os dados não estavam sendo distorcidos por contaminação.

Ertl concluiu que a etapa mais lenta e, portanto, limitante do processo de Haber-Bosch era a divisão da molécula de nitrogênio em dois átomos, necessária para reação com o hidrogênio. Não contente com apenas esses resultados, o químico mapeou todo o processo. Isso permitiu identificar as taxas de reação e a energia de ativação de cada estágio, as quais serviram de base para o cálculo de como a reação acontece em condições mais próximas da realidade. Por isso, o trabalho de Ertl é importante tanto para a pesquisa básica quanto para a indústria.

“Hoje, a maioria dos processos industriais usam superfícies catalisadoras”, observa Gushikem. Segundo ele, o trabalho de Ertl permitiu entender processos que, à primeira vista, pareciam não ter nada a ver com superfícies sólidas, como a degradação da camada de ozônio. “Apesar de o fenômeno estar presente na atmosfera, a reação que cria o buraco ocorre na superfície dos cristais de gelo estratosféricos”, explica.  

Fred Furtado
Especial para a CH On-line
10/10/2007



Escrito por gtelmo às 01h50
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Prêmio IgNOBEL

Ig Nobel premia engolidor de espadas
Cinco sul-americanos estão entre os agraciados com o prêmio que celebra o humor na ciência

O estudo que avaliou os efeitos colaterais do hábito de engolir espadas sobre a saúde dos praticantes dessa arte é um dos destaques deste ano do Ig Nobel, o maior – e talvez único – prêmio humorístico da comunidade científica. O trabalho da dupla laureada na categoria medicina – Brian Witcombe e Dan Meyer – foi publicado no prestigioso British Medical Journal . Witcombe é um radiologista e Meyer, engolidor de espadas profissional.

A décima-sétima edição do Ig Nobel, que celebra pesquisas que fazem primeiro rir e depois pensar, celebrou também, na categoria química, o trabalho da japonesa Mayu Yamamoto. A laureada desenvolveu um método para extrair a vanilina – substância responsável pelo gosto e aroma da baunilha – a partir do esterco de vaca. Em sua homenagem, uma sorveteria de Cambridge (cidade norte-americana onde fica a Universidade Harvard, cujos estudantes estão envolvidos na promoção do Ig) criou um sabor especial de baunilha que foi oferecido à degustação pública hoje.

Outro destaque da premiação deste ano foi a láurea na categoria paz, concedida ao Laboratório Wright da Força Aérea norte-americana. A instituição foi agraciada por ter estimulado pesquisas para desenvolver uma arma química que promovesse a atração homossexual entre os soldados do campo inimigo.

Um aspecto que chamou a atenção no Ig Nobel 2007 foi a presença significativa de cientistas sul-americanos – nenhum deles brasileiro – entre os premiados. Um grupo da Universidade de Quilmes, na Argentina, levou o Ig na categoria aviação por mostrar que o sildenafil, princípio ativo do Viagra, droga contra a impotência, é capaz de combater em ratos os efeitos do jet-lag – indisposição causada por longas viagens de avião. O estudo foi publicado este ano na revista PNAS , uma das mais importantes do meio científico, e ganhou grande destaque na imprensa.

Outro laureado sul-americano é o chileno Enrique Cerda Villablanca, que, ao lado do indiano Lakshminarayanan Mahadevan, levou o prêmio de física por mostrar como os lençóis ficam enrugados. Completa a lista latina o colombiano Juan Manuel Toro, um dos três pesquisadores da Universidade de Barcelona condecorados na categoria lingüística. Seu grupo mostrou que ratos, ao escutar pessoas falando japonês e holandês ao contrário , são incapazes de distinguir as duas línguas.
Mais humanidades

Ainda no campo das humanidades, outra vencedora foi a australiana Glenda Browne, na categoria literatura, por estudar como os artigos definidos (o/a/os/as) podem ser problemáticos quando se tenta listar livros, artigos ou outros itens em ordem alfabética. Já o prêmio de economia foi para o inventor taiwanês Kuo Cheng Hsieh, que patenteou um dispositivo para capturar ladrões de banco com uma rede, como nas armadilhas de desenhos animados. No entanto, o comitê organizador do Ig não conseguiu localizar Hsieh para notificá-lo de que havia sido agraciado.

Completam a premiação deste ano o norte-americano Brian Wansink e a holandesa Johanna van Bronswijk. Wansink foi premiado na categoria nutrição, por estudar o efeito do tamanho da porção de comida sobre a quantidade ingerida – ele realizou experimentos com pratos de sopa com fundo falso, cujo conteúdo nunca terminava. Van Bronswijk, por fim, levou sozinha o prêmio de biologia, por realizar um censo de todos os ácaros, insetos, aracnídeos, bactérias, fungos e outros seres vivos com os quais dividimos a cama.

Os prêmios foram entregues na noite de ontem, em concorrida cerimônia no auditório Sanders, em Harvard. Entre os dez grupos ou indivíduos premiados, sete compareceram pessoalmente ou enviaram representantes para receber a láurea. Seis premiados com o Nobel “de verdade” estavam presentes na cerimônia, para entregar o Ig, cada vez mais consolidado no calendário científico como um divertido contraponto ao anúncio dos sisudos prêmios Nobel – que acontece a partir da próxima segunda-feira.

Bernardo Esteves
Ciência Hoje On-line
05/10/2007



Escrito por gtelmo às 01h39
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OS IMPÉRIOS DA QUÍMICA MODERNA

IMPÉRIOS DA QUIMICA MODERNA, OS
Coleção: PERSPECTIVAS PARA O NOSSO FUTURO
Autor: 
BERGIER, JACQUES
Editora:
HEMUS
Assunto: CIENCIAS EXATAS-QUIMICA

 

ISBN :  8528905691
ISBN-13:  9788528905694
Livro em português
Brochura
1ª Edição - 2007 - 216 pág.

Um verdadeiro físico-químico sopra sua própria vidraria e resolve suas próprias equações. É o que dizia ao autor, há 40 anos, Sir Ernest Rutherford, o pai da energia atômica, o homem que tinha feito as primeiras transmutações artificiais. O domínio da química começava, naquele tempo, a estender-se para os domínios vizinhos. Agora ele brilha intensamente e, ciências inteiras que eram colocadas antes da química, dela se separaram.Algumas destas ciências, como a nucleônica ou a biologia molecular, encerram tais poderes que se teme que elas destruam o mundo. O objetivo deste livro é um estudo da química em si mesma. Mas isto não seria possível se primeiro não se falar dos reinos que se separaram do império da química, como colônias muito ricas e poderosas se separam de um império. Sumário - Uma nação muito rica cujas colônias se separam; O sangue da terra deve ser purificado antes de ser usado; O impossível leva um pouco mais de tempo para ser realizado; A química conquista a Lua; Metais "exóticos"; Tudo a partir do petróleo; Moléculas sob encomenda e moléculas extravagantes; Alimentos a partir do ar; A química e a alma; Os império da química.



Categoria: estante
Escrito por gtelmo às 01h03
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HISTÓRIA E A QUÍMICA DO FOGO

HISTÓRIA E A QUÍMICA DO FOGO

('A');HISTORIA E A QUIMICA DO FOGO, A   (em Portugues)   (2006)
CHAGAS, AECIO PEREIRA / KARNOPP, LODENIR BECKER / GEDRAT, DORIS
EDITORA  ATOMO
TEMA: HISTORIA

Preço = R$   25,00                  

Uma das grandes conquistas do homem foi aprender a fazer e a controlar o fogo. Com isso, ele passou a não temer mais o frio nem as trevas da noite. Conseguiu afugentar os animais que o ameaçavam e comer sua carne de maneira mais apetitosa. Passou a fazer melhor os objetos de barro (a cerâmica) e, mais tarde, a obter os metais. Fez também do fogo um destruidor do ambiente e uma arma para matar o seu semelhante. Por isso, ainda, o fogo fascina e amedronta.

Ao mesmo tempo que nos remete ao passado longínquo, o fogo também é o presente, a modernidade, nos motores dos automóveis, dos jatos e dos foguetes. O petróleo - motor do mundo atual - é seu principal alimento. Vários materiais que utilizamos hoje, como o vidro, a porcelana, o cimento armado, os metais, os plásticos etc., são fabricados com fogo.

Neste livro, iremos contar um pouco da história do fogo. Como os homens foram aprendendo a fazê-lo, controlá-lo e a combatê-lo. Como a Ciência passou a compreendê-lo e qual sua importância técnica atual. No passado, as pessoas se assentavam em volta da fogueira para conversarem, para trocarem idéias. O fogo estava no centro do debate. Atualmente, as pessoas já não fazem isso com freqüência, porém o fogo é, agora, o centro do debate.



Categoria: estante
Escrito por gtelmo às 00h50
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Ciência Hoje

CIÊNCIA HOJE -outubro de 2007

DESTAQUE DE CAPA
Quem tem medo do bioterrorismo?
O uso de agentes biológicos para causar doença ou morte, conhecido como bioterrorismo, passou a preocupar a população mundial, principalmente com o envio de cartas contendo o bacilo do antraz, nos Estados Unidos em 2001. Terroristas buscam dominar esse arsenal biológico por ser mais letal do que as armas de fogo. No entanto, o saldo do bioterrorismo até agora é um enorme fracasso, como mostra o artigo de capa da CH de outubro: nas últimas seis décadas e em todo o mundo, atentados desse tipo só causaram a morte de cinco pessoas e 33 cabeças de gado.

 

O leitor pergunta
- O que é um transponder? Como funciona?
- Os produtos à base de quitosana realmente reduzem o colesterol?
- Todas as angiospermas produzem frutos? Em vegetais como hibiscos e roseiras, há formação dessas estruturas?
- Existem moscas brancas? Qual é o motivo para essa coloração?

Mundo de ciência
O destaque de outubro da seção Mundo de Ciência é a descoberta de uma região vazia no espaço, sem a presença de galáxias, que está provocando debate sobre as teorias de formação e evolução do universo. Leia ainda na mesma seção sobre a descoberta de diamantes de 4 bilhões de anos e sobre o estudo que mostrou que glaucoma e mal de Alzheimer podem ter uma origem comum, entre outras novidades da ciência internacional.

A propósito: Galinhas assassinas
Ao escrever A origem das espécies , Darwin deixou a espécie humana deliberadamente de fora, por julgar que o livro já era incendiário o bastante sem o Homo sapiens . Apesar de sua cautela, a seleção natural foi usada por supostos apoiadores para justificar ideologias. Na coluna ‘A Propósito’ da CH 242, Franklin Rumjanek mostra como as idéias do inglês foram apropriadas para a elaboração do chamado darwinismo social e explica por que este não deve ser confundido com o darwinismo propriamente dito.

Entrevista: Peter Indefrey – A língua no cérebro 
O entrevistado da CH de outubro é um dos mais respeitados neurolingüistas da atualidade, o alemão Peter Indefrey, que pesquisa os processos cerebrais envolvidos na aquisição de uma segunda língua. Ele explica que não há uma região do cérebro destinada só para línguas estrangeiras e que é possível falá-las com a mesma desenvoltura com que se fala a língua natal.   (179 KB)

A geometria do magnetismo solar
Os fenômenos magnéticos do Sol podem causar danos graves ao sistema de comunicações e à rede elétrica, além de interferir nas condições climáticas da Terra. Entender fenômenos como os arcos de plasma e tubos magnéticos é essencial para começarmos a compreender o funcionamento da nossa estrela e a usar a geometria desse magnetismo a nosso favor. Saiba mais sobre o magnetismo solar neste artigo da CH de outubro

Enzimas: poderosa ferramenta na indústria 
As enzimas, essenciais para promover e acelerar reações químicas no metabolismo de todos os seres vivos, passaram a ser cada vez mais usadas em indústrias de vários setores. Um artigo da CH 242 discute a função dessas substâncias no preparo de alimentos, na produção de medicamentos, cosméticos e celulose e até no desenvolvimento de biocombustíveis.     (1,0 MB)

Em Dia
Confira
as últimas novidades da ciência brasileira:
- Congelamento de ovário saudável permite gravidez após o câncer
- Uso de biogás em sistema de resfriamento de leite é opção mais ecológica
- A opção por alimentos mais energéticos
- O resgate da educação brasileira
- Amazônia: expressão da diversidade cultural
- Mapas com dados ambientais e de saúde ajudam controle de doenças
-
Estado da matéria que permite ver efeitos quânticos é obtido no Brasil

Ensaio
A seção Ensaio da CH traz dois artigos nesta edição de outubro. Um deles desvenda as causas da síndrome da infertilidade masculina, que pode afetar de 30 a 40% dos homens, geralmente devido a disfunções na produção de espermatozóides. O segundo artigo discute as pesquisas pioneiras do químico norte-americano Stanley Miller, que simulou em laboratório as condições que propiciaram a origem da vida em nosso planeta

 

Primeira Linha
A seção Primeira Linha da CH 242 apresenta três artigos. O primeiro deles mostra como a espécie silvestre de banana Musa balbisiana é fundamental em estudos botânicos sobre reprodução e doenças da bananeira, embora não seja apreciada pelo mercado. O segundo artigo destaca a importância da educação ambiental para a conservação da fauna brasileira, e o terceiro mostra por que os microorganismos que têm carapaças são importantes para a ciência.

Resenha: Rumo à guerra nas estrelas?
A CH de outubro traz a resenha do livro Direito e política na era espacial , de José Monserrat Filho, editado em comemoração ao cinqüentenário de lançamento do Sputnik. O autor, especialista em direito espacial, discute se é possível sermos mais justos no espaço do que na Terra. É preciso, segundo ele, debater questões como o direito de todos os países participarem de atividades espaciais, o perigo da transformação do espaço em palco de guerras e o aumento do lixo espacial

 

 

 

 

Qual o problema? – Missão camelo
Imagine um grande deserto no qual existem apenas duas cidades, uma famosa pela produção de bananas e outra notória pelo consumo da fruta. O transporte da mercadoria é feito por um camelo que consome uma banana por quilômetro e tem capacidade de carga limitada. Quantas bananas é possível levar de uma cidade até a outra? Este é o desafio proposto por Marco Moriconi na CH 242.

Memória: Nascimento da eletrônica
A seção Memória destaca este mês os cem anos de patenteamento da válvula audion , que permitiu a recepção mais sensível de ondas eletromagnéticas capazes de transportar sinais de voz. O equipamento, inventado pelo físico norte-americano Lee De Forest, foi responsável pelo nascimento da eletrônica e pelo desenvolvimento da indústria das transmissões radiofônicas, que mudaram hábitos em todo o mundo.



Categoria: revistas
Escrito por gtelmo às 00h40
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