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Cientistas desenvolvem bateria de papel

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 14 de agosto de 2007 às 13h13

São Paulo - Com 90% de celulose na composição, a bateria pode funcionar com sangue e suor humano.

Pesquisadores do Rensselaer Polytechnic Institute desenvolveram uma nova bateria para dispositivos de armazenamento que pode ser facilmente confundida com uma folha de papel preto.
A semelhança não é mera coincidência. Desenvolvida a partir de nanoengenharia, a bateria ultrafina tem 90% de celulose na sua composição.
A bateria também pode ser impressa, como papel. Mas aparências à parte, ela é altamente resistente, suportando temperaturas acima de 148º C e abaixo de -37º C.
Além de funcionar como dispositivo de fornecimento de energia, a bateria também funciona como capacitador, utilizando sangue, urina e suor humano como fonte de energia.
Os pesquisadores do Rensselaer infiltraram o material, bastante similar a papel, com nanotubos de carbono - que dão a cor preta à bateria.
Esses nanotubos funcionam como eletrodos, que permitem conduzir energia. Os pesquisadores usaram um líquido iônico - essencialmente sal - como eletrólito da bateria.
Como não contém água, a bateria pode resistir a variações de temperatura sem congelar ou sofrer evaporação.
Saiba mais em :

http://idgnow.uol.com.br/mercado/2007/03/26/idgnoticia.2007-03-26.8109018043

 




Categoria: curiosidades
Escrito por gtelmo às 01h43
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A VERDADE SOBRE A VALE

Fique sabendo que (1):

1) A Companhia Vale do Rio Doce foi vendida em 1997 por menos de 4 bilhões de dólares apesar de avaliada em 92 bilhões à época.

 2) Como foi dito depois pelo seu Diretor de Finanças, a Vale possuía um patrimônio de 40 Bilhões de dólares – 12 vezes o valor pago no leilão

. 3) O Banco Bradesco foi escolhido para modelar a privatização da Vale o que lhe impediria legalmente de participar da compra de suas ações. Entretanto, o Banco Bradesco não só participou do leilão como é hoje o maior sócio privado da Vale.

 4) Em 1995 a Vale declarou à Bolsa de Nova York que suas reservas de minério de ferro eram de 12,8 bilhões toneladas e no dia do leilão a informação registrada foi de 2,8 bilhões.

5) A malha ferroviária e dois portos foram "esquecidos" nos cálculos do valor de venda da Vale.

6) Grandes reservas de Nióbio e Titânio (minerais indispensáveis à indústria aeronáutica e aeroespacial), além de fosfato, cassiterita e estanho, foram misteriosamente omitidas nos cálculos do preço de venda.

 7) Empresa lucrativa em visível ascensão, o principal motivo alegado à época pelo governo de FHC para privatizar a Vale foi o de reduzir nossa dívida externa. No entanto, o que depois ocorreu, pelo contrário, foi um substancial aumento das nossas dívidas.

8) Cercadas de poderosas influências e pressões contrárias em cima do STJ, tramitam na Justiça 107 ações que questionam a legalidade do leilão.

Matéria extraída do blog: Boletim HSLiberal

http://boletimhsliberal.blogspot.com/2007/09/gesto-temerria.html#links

VEJA MAIS:

DOCUMENTÁRIO SOBRE A PRIVATIZAÇÃO DA VALE. VEJA: (1) A HISTÓRIA DA VALE. (2) A CAMPANHA A VALE É NOSSA. (3) A VALE E A QUESTÃO INDÍGENA.



Categoria: curiosidades
Escrito por gtelmo às 01h15
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